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sábado, 22 de novembro de 2014

Cristo, Rei do Universo

Cristo, Rei do Universo

35 O povo estava a observar. Os príncipes dos sacerdotes com o povo O escarneciam dizendo: "Salvou os outros, salve-Se a Si mesmo, se é o Cristo, o escolhido de Deus!" 36 Também o insultavam os soldados que, aproximando-se dele e oferecendo-lhe vinagre, 37 diziam: "Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo!" 38 Estava também por cima de sua cabeça uma inscrição: "Este é o Rei dos judeus". 39 Um daqueles ladrões que estavam suspensos da cruz, blasfemava contra ele, dizendo: "Se és o Cristo, salva-Te a Ti mesmo e a nós" 40 O outro, porém, tomando a palavra, repreendia-o dizendo: "Nem tu temes a Deus, estando no mesmo suplício? 41 Quanto a nós se fez justiça, porque recebemos o castigo que mereciam nossas ações, mas Este não fez nenhum mal." 42 E dizia a Jesus: "Senhor, lembra-Te de mim, quando entrares no teu Reino!" 43 Jesus disse-lhe: "Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso." (Lc 23, 35-43).
Por direito de herança e de conquista, Cristo reina com autoridade absoluta sobre todas as criaturas. Entretanto, não governa segundo os métodos do mundo.

Mons. João Clá Dias, EP
I - REI NO TEMPO E NA ETERNIDADE
Ao ouvirmos este Evangelho da Paixão, de imediato surge em nosso interior uma certa perplexidade: por que a Liturgia, para celebrar uma festa tão grandiosa como a de Cristo Rei, terá escolhido um texto todo ele feito de humilhação, blasfêmia e dor?
Tanto mais que, em extremo contraste com esse trecho de São Lucas, a segunda leitura de hoje nos apresenta Jesus Cristo como sendo "a imagem do Deus invisível, o Primogênito de toda a criação (...) porque foi do agrado do Pai que residisse n'Ele toda a plenitude" (Col 1, 15 e 19). Como conciliar esses dois textos, à primeira vista, tão contraditórios?
Para melhor compreendermos esse paradoxo, devemos distinguir entre o Reinado de Cristo nesta terra e o exercido por Ele na eternidade. No Céu, seu reino é de glória e soberania. Aqui, no tempo, ele é misterioso, humilde e pouco aparente, pelo fato de Jesus não querer fazer uso ostensivo do poder absoluto que tem sobre todas as coisas: "Foi-me dado todo o poder no Céu e na terra" (Mt 28, 18).
Apesar de as exterioridades nos causarem uma impressão enganosa, Ele é o Senhor Supremo dos mares e dos desertos, das plantas, dos animais, dos homens, dos anjos, de todos os seres criados e até dos criáveis. Porém, diante de Pilatos, assevera: "O meu Reino não é deste mundo" (Jo 18, 36), porque não quer manifestar seu império em todas as suas proporções, a não ser por ocasião do Juízo Final.
Assim, enquanto o Evangelho nos fala de seu Reinado terreno, a Epístola proclama o triunfo de sua glória eterna. No tempo, vemo-Lo exangue, pregado na Cruz entre dois ladrões, sendo escarnecido pelos príncipes dos sacerdotes e pelo povo, insultado pelos soldados e objeto das blasfêmias do mau ladrão. A Liturgia exige de nós um esforço de fé para, indo além do fracasso e da humilhação, crermos na grandiosidade do Reino de Jesus.
Por outro lado, errôneo seria imaginar que Ele não deve reinar aqui na terra. Para comp reender bem o quanto Cristo é Rei, é preciso diferenciar seu modo de governar daquele empregado pelo mundo.
O governo humano, quando ateu, encontra sua força nas armas, no dinheiro e nos homens. Tem por finalidade as grandes conquistas territoriais, perdurar longamente e alcançar a felicidade terrena. Porém, o tempo sempre demonstra o quanto esses objetivos são ilusórios e até mentirosos. As armas em certo momento caem ao solo, ou se voltam contra o próprio governante; o dinheiro é por vezes um bom vassalo mas sempre um mau senhor; os homens, quando não assistidos pela graça, neles não se pode confiar.

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Encerramento dos Cursos Parte II

Como prêmio pelo sucesso da conclusão dos Cursos de Fantoches e Terços, os grupos Nossa Senhora de Fátima e Maria Menina realizaram um passeio até Joinville, SC, onde tiveram a oportunidade de conhecer a casa dos Arautos e assistir a uma missa com o Pe. Mário Sérgio.





Após isso, foram ao Morro da Boa Vista, fizeram uma escalada e passearam pelo Zoobotânico.








Ao passar pelo parquinho, não conseguiram resistir.









Posteriormente, dirigiram-se até ao Museu Nacional de Imigração e Colonização de Joinville - a antiga "Maison de Joinville", um casarão colonial destinado para casa de administração da Colônia Dona Francisca.






terça-feira, 18 de novembro de 2014

Encerramento dos Cursos - Parte I

Após árduos trabalhos na elaboração de belos terços e na criação de várias personagens, em papel, da história do Gato de Botas, chegou finalmente o dia em que as participantes do Projeto Futuro e Vida – Grupo Nossa Senhora de Fátima e Maria Menina – apresentaram os frutos dos seus terços e um teatro de fantoches para seus pais.

O encontro foi marcado para um sábado à tarde a fim de que, no final da encenação, todos pudessem degustar a tradicional pizza dos Arautos.

Era notável a alegria nos lábios das mães e dos pais ao verem o pequeno Gato de Botas, saltitando e fazendo as suas artimanhas para que o seu dono se tornasse o Marques de Carabás. Mas esta não se comparava com a das “atrizes” escondidas atrás do pano como podem ver pelas fotos.


terça-feira, 4 de novembro de 2014

Dia dos Professores - Arautos Curitiba


No dia 15 de outubro, dia dos Professores, as alunas da Escola Arautos do Evangelho prepararam uma apresentação musical instrumental e canções sacras e tradicionais.
A música que mais encantou a professora Heloísa foi a “Sabes quantas estrelinhas”, que discorre a respeito de toda a criação de Deus. Já para o Professor de Geografia, Leandro, a que ele sempre gosta mais é a do “O pequeno navio”, popular francesa, que conta a história de um navio que navegava pela primeira vez e ao fim de cinco ou seis semanas acabaram os víveres, e seria preciso tirar à sorte para escolher alguém que serviria de alimento aos outros. O azar caiu sobre o mais jovem que apavorado fez uma oração para Nossa Senhora a fim de impedir que o comessem. Oh, surpresa! Muitos peixes apareceram pulando para dentro do navio.
Após a apresentação musical, todos se dirigiram para o jantar – a já tradicional pizza – durante o qual alunos, professores e arautos puderam conversar animadamente sobre temas variados. A refeição terminou com a entrega das lembranças dos professores: um belo oratório de Nossa Senhora de Fátima para auxiliá-los nas horas de mais necessidade, e para a nossa queridíssima Professora Heloísa o Sagrado Coração de Jesus para sempre inspirá-la no seu trabalho.