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sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Viva a Professora Heloísa!

O aniversário da Pedagoga da Escola Arautos do Evangelho, Curitiba, Professora Heloísa Passarela, foi comemorado com muita alegria e solenidade. Para tal o Reverendíssimo Padre Ryan celebrou uma missa na escola, toda ela dedicada à zelosa e dedicada pedagoga que tanto faz por nós e pelo nosso colégio.

Todas as alunas escreveram, durante a aula de música, poesias para compor uma música para essa data tão especial, e no dia marcado ao som de melodiosas flautas foram cantadas as prosas. No final, entrou um simbólico presente em agradecimento pois, afinal, como afirmou uma aluna do 7º ano, a Professora Heloísa não é apenas pedagoga mas uma mãe para cada uma.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A união faz a força

Assim nos ensinava Nosso Senhor Jesus Cristo, onde dois ou mais estiverem reunidos em meu nome, eu estarei entre eles. Apoiados nas palavras de Cristo, nos unimos em oração com o grupo de Joinville para um dia de atividades na residência dos Arautos do Evangelho em Curitiba.


As participantes tiveram a oportunidade de assistir uma encenação teatral sobre o estado de graça. O dia encerrou com o encontro com o Rei dos reis, e Senhor dos senhores, com a Santa Missa, num convívio Eucarístico com Cristo Jesus.

sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Uma miragem?

Um lindo mar no meio de um deserto? Será uma miragem?

Não, é a realidade. Os Arautos do Evangelho de Curitiba, Joinville e Maringá se reuniram, durante as férias, para fazer um passeio até às douradas Dunas de Florianópolis- SC. Nelas todas puderam experimentar descer em alta velocidade os elevados desfiladeiros, bem como as penosas tormentas de uma árdua escalada para retomar ao topo. E depois de um quente passeio, era necessário assentir ao chamado do mar, que convidava a todas para nele entrar. Sendo assim, se dirigiram para o Balneário do Embau, não muito distante, onde contemplaram as paisagens naturais paradisíacas, como o poderão ver pelas fotos.

quinta-feira, 10 de setembro de 2015

São Pedro Claver


"Escravo dos africanos para sempre", foi o programa de vida desse jovem missionário jesuíta que batizou mais de 300 mil negros escravos ao longo de 35 anos de labor apostólico.

Certo dia da segunda metade do ano do Senhor de 1610, as grandes e amareladas velas do galeão "São Pedro" eram recolhidas e suas âncoras tocavam o fundo de uma bela baía. A tripulação inteira abeirava-se do parapeito e contemplava com curiosidade e admiração a cidade de Cartagena, na província da Nova Granada (atual Colômbia), que se apresentava deslumbrante diante dos seus olhos, com suas enormes muralhas de pedra branca brilhando sob o causticante sol tropical. O azul profundo do céu refletiase nas águas mansas e cálidas do porto, onde se balançava graciosamente um sem-número de embarcações de todo tipo e tamanho.

Dentre a pitoresca multidão de marinheiros e passageiros que se apressavam em desembarcar do galeão recém-chegado, destacavam- se singularmente as negras batinas de quatro religiosos: três sacerdotes e um noviço da ordem fundada, não havia muito tempo, por Inácio de Loyola: a Companhia de Jesus. Dos três presbíteros, a História não perpetuou os nomes. Religiosos desconhecidos, como centenas de milhares que imolaram suas vidas seguindo os passos do Mestre Divino, anônimos para os homens e filhos prediletos de Deus. O noviço, porém, de fisionomia austera, silencioso, um tanto retraído e quase passando despercebido, marcou com sua vida a história da América do Sul e brilhará para sempre no firmamento da Igreja: São Pedro Claver.

A aurora de uma vocação

Nascido em Verdú, pequena cidade espanhola da Catalunha, em 1580, Pedro Claver sentiu- se chamado para a vida religiosa desde tenra infância. Aos 22 anos de idade, bateu às portas do noviciado da Companhia de Jesus.

Dois anos mais tarde, a fim de completar os estudos de Filosofia, foi enviado por seus superiores ao Colégio de Montesion, na ilha de Maiorca. Deu-se, então, um providencial encontro que marcaria de modo indelével a vida de Pedro e firmaria definitivamente sua vocação.

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

O banquete do Menino Jesus

Conta-se que frei Bernardo de Morlat era um virtuoso religioso de um convento próximo a Santarém, em Portugal. Um de seus amigos, um bom camponês da região, havia lhe pedido o favor de, por caridade, ensinar as letras aos seus dois filhos, meninos piedosos e obedientes.
O frade houve por bem atender a solicitação e, deste então, os pequenos saíam todas as manhãs bem cedinho para o convento, levando consigo sua provisão de alimentos. Lá passavam o dia estudando e ajudando nas Missas. E à tardinha voltavam para casa.
Certa ocasião, com uma familiaridade toda infantil, sentaram-se para tomar seu lanche aos pés de uma imagem de Nossa Senhora, a qual trazia ao colo o Menino Jesus. Com a mesma candura, comentaram entre si não ser muito gentil comerem sua refeição sem convidarem a outra Criança ali presente. Esta, milagrosamente, aceitou o convite de almas tão inocentes e, descendo do colo de Sua Mãe, foi comer com Seus amiguinhos.