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terça-feira, 31 de maio de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Familiaridade com os Anjos
Em diversas ocasiões, São
Pio de Pietrelcina (1887-1968) dotado de muitos dons místicos, inclusive o dos
estigmas, isto é, as chagas da crucifixão de Nosso Senhor Jesus Cristo, e
grande incentivador da devoção aos Anjos da Guarda, recebeu recados dos Anjos
da Guarda de pessoas que, à distância, necessitavam de algum auxílio dele.
Um senhor de nome Franco
Rissone, sabendo do constante empenho de São Pio para que houvesse maior
devoção aos celestes custódios, todas as noites, do hotel onde estava
hospedado, enviava seu Anjo da Guarda ao padre Pio para que lhe transmitisse as
mensagens desejadas. Franco duvidava que o Santo ouvisse seus recados. Certo
dia, ao se confessar com São Pio, perguntou: “Vossa Reverendíssima ouve
realmente o que lhe mando dizer pelo Anjo da Guarda?”. Ao que o religioso
respondeu: “Mas então julgas que estou surdo?”.
As incertezas de muitos
com relação ao convívio de São Pio de Pietrelcina com os Santos Anjos, apesarde
não indicarem confiança, serviam, entretanto, para ressaltar ainda mais esta
sua familiaridade com os Anjos.
Certa senhora, de nome
Franca Dolce, resolveu perguntar a São Pio o seguinte: “Padre, uma destas
noites mandei o Anjo da Guarda tratar com Vossa Reverendíssima uns assuntos
delicados. Veio ou não veio?”. Respondeu o confessor: “Julgas, porventura, que
o teu Anjo da Guarda é tão desobediente como tu?”. A senhora, querendo saber
mais, acrescentou: “Bom, então, veio; e o que é que ele lhe disse?”. São Pio
respondeu: “Ora essa, disse-me o que tu lhe disseste que me dissesse”. Não
contente com a resposta, a senhora tornou a perguntar: “Mas o que foi?”. São
Pio respondeu: “Disse-me...”, e então repetiu com exatidão todas as palavras
que a senhora ditara ao Santo Anjo, para surpresa dela mesma.
Ainda mais eloquente é o
fato ocorrido com outra senhora, chamada Banetti, camponesa residente a alguns
quilômetros de Turim, na Itália. No dia 20 de setembro, data em que se comemorava
a recepção dos estigmas do padre Pio, era costume as pessoas mais devotadas do
santo confessor lhe enviarem cartas das mais variadas partes da Itália e até de
outros países. A senhora Banetti não encontrou quem fosse à cidade para pôr sua
carta no correio. Encontrava-se aflita por não poder enviar seus cumprimentos a
São Pio. Lembrou-se, entretanto, da recomendação que lhe fizera o Santo, na
última vez em que com ele estivera: “Quando for preciso, manda teu
Anjo da Guarda ter comigo”. No mesmo instante dirigiu uma prece a seu celeste
guardador: “Ó meu bom Anjo, levai vós mesmo os meus cumprimentos ao padre, pois
não tenho outra forma de mandá-los”.1 Poucos dias depois, a senhora Banetti
recebe uma carta vinda de San Giovanni Rotondo, lugar onde vivia São Pio,
enviada pela senhora Rosine Placentino, com as seguintes palavras: “O padre
pede-me que lhe agradeça em seu nome os votos espirituais que lhe enviaste”.1
Cf. SIENA, Giovanni P.
Padre Pio e os Anjos. Porto: Educação Nacional, 1959, p.159 - 161.
Revista Arautos do Evangelho jul 2015
sábado, 14 de maio de 2016
sexta-feira, 13 de maio de 2016
Nossa Senhora de Fátima
Era uma
Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa
que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios
do
sol mais ardente. Seu semblante era de uma inenarrável beleza, nem triste, nem alegre,
mas sério, talvez com uma suave expressão de ligeira censura...
13
de maio de 1917. Lúcia de Jesus, 10 anos, Francisco Marto, 9 anos e Jacinta
Marto, 7 anos, após a Missa na igreja de Aljustrel, lugarejo de Fátima, foram
pastorear o rebanho de ovelhas nas terras do pai de Lúcia, na Cova da Iria.
Após
um como que clarão de relâmpago, num céu luminoso e sereno, sobre uma
carrasqueira de metro e pouco de altura apareceu-lhes a Mãe de Deus.
Segundo
as descrições da Irmã Lúcia, era “uma Senhora vestida toda de branco, mais
brilhante que o sol, espargindo luz mais clara e intensa que um copo de cristal
cheio de água cristalina,
atravessado pelos raios do sol mais ardente”. Seu semblante era de uma
inenarrável beleza, nem triste, nem alegre, mas sério, talvez com uma suave
expressão de ligeira censura. Como descrever em pormenores seus traços? De que
cor os olhos, os cabelos dessa figura celestial? Lúcia
nunca o soube dizer ao certo!
O
vestido, mais alvo que a própria neve, parecia tecido de luz. Tinha as mangas
relativamente estreitas e era fechado no pescoço, descendo até os pés, os
quais, envolvidos por uma tênue nuvem, mal eram vistos roçando as franças da
azinheira. Um manto lhe cobria a cabeça, também branco e orlado de ouro, do
mesmo comprimento que o vestido, envolvendo-lhe quase todo o corpo. “As mãos,
trazia-as juntas em oração, apoiadas no peito, e da direita pendia um lindo
rosário de contas brilhantes como pérolas, terminando por uma cruzinha de
vivíssima luz prateada. [Como] único adereço, um fino colar de ouro-luz,
pendente sobre o peito, e rematado, quase à cintura, por uma pequena esfera do
mesmo metal”
terça-feira, 10 de maio de 2016
Páscoa com os Arautos
A comemoração da Páscoa
aconteceu no Domingo da Misericórdia no terreno onde será construída a nova
sede dos Arautos do Evangelho, setor masculino em Piraquara. A Santa Missa teve
lugar na futura Capela. Após o alimento espiritual, foi servido um apetitoso
churrasco que contou com a ajuda de todos os pais das estudantes.
Em seguida, foi
apresentada uma sketch teatral para introduzir a Caça aos Ovos de Páscoa: desapareceram
os Aiguillettes da Rainha e D'Artagnan foi designado para encontrá-los. Ao
saber que no local se encontravam várias pessoas corajosas, convidou a todos
para o acompanharem na busca dos preciosos Aiguillettes de ouro da Rainha. Não
é preciso dizer que quando encontraram as joias da Rainha esta deu a cada um, em
recompensa, o desejado ovo de chocolate.
Para encerrar a
comemoração, houve um show de prêmios.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
Partida para a Itália
O nosso queridíssimo Pe.
Vicenzo, um dos padres que prestava valorosos auxílios na Paróquia São José,
retorna a sua terra natal, a Itália. O setor feminino dos Arautos do Evangelho
em Curitiba decidiu fazer uma despedida, para isso elaboraram uma “bella
pizza”, convidaram os três padres da paróquia: Pe. Cláudio, Pe. Vicenzo e Pe.
Aglair e prepararam um conserto musical com uma música adaptada especialmente
para a data. Impossível descrever a alegria do Pe. Vicenzo ao ver, no final da
música, entrar um azulejo do Imaculado Coração de Maria. Inclusive ao
despedir-se de todos, deu uma bênção mariana com o mesmo.
quarta-feira, 4 de maio de 2016
Um passeio pela África!
As estudantes da Escola
Arautos do Evangelho lançaram-se em uma aventura no Safari´s Farm no Município
de Tibagi no Paraná, um recanto ecológico criado no meio da mata nativa com
animais exóticos da África.
As alunas puderam
contemplar bem de perto as várias criações de antíopes, cervos. Os dois
imponentes tigres, as lhamas, a carinhosa leoa.
Nesse lugar, visitaram
uma fonte de abastecimento de água mineral. Na volta, passaram por Ponta Grossa
e assistiram uma Missa na residência dos Arautos desse lugar.














