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sábado, 24 de setembro de 2016

Comemoração

Assista agora à comemoração feita para os pais na casa dos Arautos do Evangelho setor feminino  Curitiba.

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Mirante de Joinville

Um passeio até o Mirante de Joinville. Assista ao vídeo.


segunda-feira, 5 de setembro de 2016

Consagração a Nossa Senhora

Foram vários os grupos que fizeram sua solene consagração a Nossa Senhora segundo o método de São Luís Maria Grignion de Montfort. Depois de recitarem-na, as jovens e seus pais assinaram os termos da consagração.

Assista ao vídeo.



quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Qual a origem da palavra “bacharel”?

Na Antiguidade, o vencedor de uma competição desportiva recebia uma coroa de louro — laurus nobilis —, planta que, por seu contínuo verdor, era assimilada à glória que não murcha. Posteriormente, ela tornou-se o prêmio de generais vitoriosos. À glória militar se associou a intelectual, de maneira que os vencedores de concursos de poesia também recebiam a ansiada coroa vegetal como sinal de vitória. Daí a expressão poeta laureado.
Com a queda do Império Romano, os ramos do loureiro perderam seu carácter de prêmio militar, mas foi conservado esse significado no campo acadêmico. A universidade, instituição de origem eclesiástica, a adotou de maneira que o graduando recebia uma coroa de louro — laurus — com folhas e bagas — baccæ —, passando a ser denominado bacca laureatus — bacharel.
Essa coroa de ramos novos, ainda com frutos, representava a glória de haver completado um primeiro grau de formação que o tornava apto para mais altos estudos. O professor que a impunha, entretanto, portava uma coroa de louro sem bagas, símbolo da glória escolástica já desenvolvida — laureatus.

A distinção entre bacharel, mestre (licenciado) e doutor se encontra na Bula Parens scientiarium, do Papa Gregório IX (1231).
Revista Arautos do Evangelho Jan 2016