Aproveitando
alguns dias de feriado, os Arautos do Evangelho - setor feminino de Curitiba - promoveram uma
viagem à cidade onde se encontra a Padroeira do Brasil - Nossa Senhora da
Conceição Aparecida. Para o passeio convidaram não só as participantes do
Projeto, mas também os seus pais. Diante da Virgem Mãe Aparecida depositaram
seus pedidos e agradecimentos e após a acolhida de tão bondosa Mãe, rumaram,
num ambiente de entusiasmo, até São Paulo a fim de conhecerem a Basílica de
Nossa Senhora do Rosário (Thabor), a Igreja de Nossa Senhora do Carmo (Monte
Carmelo), Igreja Nossa Senhora do Rosário de Fátima (Granja Viana) e Lumen
Profetae.
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quinta-feira, 28 de novembro de 2013
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Apresentações Natalinas dos Arautos do Evangelho em Curitiba
Os Arautos do Evangelho, setor feminino, irão realizar várias apresentações natalinas em louvor ao nascimento do Menino Deus em diversas paróquias de Curitiba após a missa paroquial. Se o caro internauta desejar participar de alguma delas, deixamos aqui os horários e as igreja onde elas serão realizadas.
Dia 1º de dezembro
Paróquia São José – Santa Felicidade
No final da missa às 7:30, 9:30, 11:00 e 19:00
Dia 21 de dezembro
Paróquia de Atuba
No final da missa às 16:30
Paróquia Santo Antônio
No final da missa às 20:00 (Salão Paroquial)
Dia 22 de dezembro
Catedral Metropolitana de Curitiba
No final da missa às 10:00
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Arautos preparam o Natal
Todos
os grandes eventos exigem uma preparação, assim, a igreja instituiu
na liturgia o Tempo do Advento - período que antecede o grande dia
do nascimento de Nosso Senhor Jesus Cristo.
À
expectativa desse grande acontecimento, uma voz clamante no deserto
convidava todos a endireitarem suas vidas criando condições ideais
para receber o Salvador: “Preparai o caminho do Senhor,
endireitai as suas veredas” (Is 40,3). Esta frase aplicada a
São João Batista, também poderíamos empregá-la, em certo
sentido, aos Arautos - setor feminino de Curitiba, nas suas
preparações natalinas. O internauta poderá ver nas fotografias a
execução do presépio e os treinos para os concertos musicais.
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Culinária no Projeto Futuro e Vida
No último final de semana, as
participantes do Projeto Futuro e Vida, na sua aula de culinária, puderam aprender
a fazer uma saborosa mousse de maracujá.
Deixamos a receita publicada no nosso blog para que o internauta não
fique com água na boca.
Mousse
de maracujá
·
200 ml de suco de maracujá
concentrado
·
1 lata de leite condensado
·
1 lata de creme de leite
·
1 envelope (12gr) de gelatina
incolor sem sabor
Calda:
·
polpa e semente de 2 maracujás
maduros
·
3 colheres (sopa) de açúcar
·
1/3 xícara (chá) de água
Rendimento: 6 porções
Bata no liquidificador o suco de
maracujá, o leite condensado e o creme de leite até obter um creme aerado.
Derreta a gelatina conforme as
instruções da embalagem e junte-a ao creme. Bata por 1 a 2 minutos para
misturar bem.
Transfira para taças individuais
e leve à geladeira por 4 a 6 horas ou até ficar consistente.
Leve os ingredientes da calada ao
fogo e ferva por 2 a 3 minutos. Espere esfriar.
Sirva as mousses regadas com a
calda.
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
O papagaio que sabia dizer “Ave Maria”
Ir.
Mariana Morazzani Arráiz, EP
O ambiente alegre e
festivo de uma antiga feira medieval era contagiante: centenas de
pessoas, adultos, jovens e crianças, moviam-se continuamente,
falavam, cantavam, gesticulavam, discutiam preços ou simplesmente se
distraíam. Iam lá para comprar? Para comer? Ou só para ver as
novidades? Tudo isso e algo mais. Nessas feiras podia-se encontrar de
tudo.
Em uma tenda, um
estrangeiro de longa barba escura vendia tecidos preciosos das mais
variadas cores; ao lado, um ferreiro demonstrava a qualidade de suas
facas (“Veja, freguesa, nunca perdem o fio!”); mais adiante, um
gordo e bonachão açougueiro, com avental todo salpicado de
vermelho, pesava uma porção de carne numa balança de precisão
duvidosa.
E além das vozes e
idiomas que se misturavam, das crianças que choravam e dos
vendedores que apregoavam suas mercadorias, sons de todos os
instrumentos enchiam os ares, pois música é o que não faltava
nessas ocasiões...
Naquele dia,
caminhava em meio à colorida e movimentada multidão um homem
barbado de meia-idade, baixa estatura, um tanto calvo e bem magro.
Trajava uma surrada túnica marrom, com um cordão atado à cintura,
e parecia ser muito estimado na região, pois quase todos o
cumprimentavam cordialmente, e ele respondia da mesma forma. Por uns
instantes, parava para conversar com o padeiro e metia dois pães na
grande sacola que trazia; pouco além, pegava um queijo; mais alguns
passos, uma dúzia de maçãs; noutra tenda, três repolhos. Mas —
coisa curiosa! — ele a ninguém pagava um centavo sequer.
Como explicar isso?
É que o bom homem, um irmão leigo franciscano conhecido pelo nome
de Frei Bartolomeu, recolhia doações para seu mosteiro.
Depois de percorrer
boa parte da feira e ter sua sacola quase cheia, foi despedir-se de
um antigo conhecido. O velho Simão não comercializava alimentos nem
tecidos, mas sua loja estava sempre cheia de gente curiosa. Ele
vendia aves canoras e decorativas.
— Bom dia, Simão!
Que novidades você tem hoje?
— Olá, Irmão
Bartolomeu! Infelizmente o senhor chegou tarde... Hoje cedo vendi um
belo pavão para a senhora condessa. Que animal mais lindo! Estou
certo de que o senhor teria ficado encantado de vê-lo.
Enquanto falava, o
velho tirava um pequeno papagaio de dentro de uma gaiola e o punha
sobre a mesa. O pássaro, no entanto, ficou parado, sem fazer
qualquer tentativa de fuga. Parecia um pouco tonto, pois balançava-se
para um lado e para outro.
— E este bichinho?
— perguntou o monge. — Ah, este está muito doente, acho que vai
morrer, e não tenho paciência nem tempo para cuidar dele. Estou
pensando em torcer-lhe o pescoço, para abreviar-lhe o sofrimento.
— Oh, não faça
isso! Por que não o dá para mim?
— Ora, Irmão, sei
que muitas vezes falta comida aos pobres monges, mas o senhor estará
querendo cozinhar um papagaio? — perguntou surpreso o velho Simão.
— Claro que não!
Dê-me a avezinha, eu vou alimentá-la e tratar dela.
— Pois não, pois
não, Irmão. Nada tenho a perder com isso. Aqui está. É até um
favor levá-lo. Isto dizendo, entregou-lhe o pássaro enfermo.
* * *
Sob os cuidados do
bondoso irmão, o papagaio refez-se e cresceu, revestindo-se de uma
nova e vistosa plumagem verde. E logo, fazendo jus aos atributos de
sua raça, começou a imitar o que falavam os monges. Animado, irmão
Bartolomeu começou a ensinar-lhe a Ave Maria.
— Que é isso,
Irmão? Quer ensinar catecismo ao pássaro? — gracejou outro monge.
— Ora, não é
bonito ver o animalzinho repetir a Saudação Angélica? E falava
alto: “Ave Maria!” E o papagaio repetia com seu “sotaque”
característico: “Ave Maria!”
Passando por ali
nesse momento, o Padre Guardião do convento também sorriu ao ver o
Irmão Bartolomeu no seu labor de ensinar o pássaro. E o preveniu:
— Cuidado com seu
“aluno”, Irmão, pois esta tarde anda pelo vale Jacques, o
falcoeiro!
De fato, olhando
pela janela, Irmão Bartolomeu pôde vê-lo à distância. Ele tinha
sérias razões para não gostar do falcoeiro. Jacques sabia que em
volta do mosteiro franciscano sempre voavam pássaros de várias
espécies, pois o lugar silencioso e pacífico lhes servia de abrigo.
Assim, quando a caça andava fraca nos vales da região, ele
terminava seu percurso próximo ao convento, certo de encontrar
presas fáceis e desavisadas nos telhados dos frades.
Muitas vezes
Bartolomeu tinha visto as mais brancas pombas perecerem despedaçadas
nas garras dos falcões. Mas o que mais lhe doía era o fato de
Jacques ser um mau cristão que freqüentava tabernas e escarnecia da
fé popular.
Estava o frade
imerso nessas lembranças, quando de repente um aviso o chamou de
volta à realidade:
— Cuidado, Irmão
Bartolomeu, o papagaio fugiu!
Ao voltar-se
surpreso, viu o vulto verde saindo pela janela oposta. Ainda gritou,
chamando-o de volta, mas ele já voava contente por cima das árvores.
Péssima hora para escapar... O bom frade já via, ao longe, um
grande falcão que, voando em círculos à procura de alguma presa,
subitamente avistou o papagaio e se precipitou sobre ele como uma
flecha. Em vão o Irmão Bartolomeu procurou adverti-lo, o pequeno
pássaro nem sequer ouvia sua voz.
Quando este, afinal,
deu-se conta do perigo, já era tarde demais: o falcão já estava
sobre ele. Apavorado, o papagaio não teve senão a reação
instintiva de gritar tão forte quanto podia:
— Ave Maria!
Qual não foi a
surpresa de todos quando, mal esse brado saíra do bico da espavorida
ave, viram o falcão precipitar-se morto por terra, como se tivesse
sido fulminado por um raio!...
Revista Arautos do Evangelho n.53. Maio 2006
segunda-feira, 11 de novembro de 2013
Milagre Eucarístico de O’Cebreiro
Num gélido inverno do ano
de 1300, um camponês de Berxamaior, João Santin, com grande
dificuldade devido ao forte vento que soprava, abriu a porta de sua
choupana, disposto a caminhar três quilômetros sob a neve para
assistir à missa na igreja do convento de O’Cebreiro.
Enquanto isso, um sacerdote
beneditino preparava-se para dar início à santa Missa. Pensava ele
que naquele dia tão cruel que nevava abundantemente e o vento era
tão impetuoso que ninguém teria coragem de sair de casa para
assistir a uma simples missa. Ele não acreditava na presença real
de Nosso Senhor Jesus Cristo no Santíssimo Sacramento e rezava
maquinalmente as orações litúrgicas.
Porém, na hora da
Consagração, percebeu o vulto do camponês que tiritando de frio
assistia piedosamente ao Santo Sacrifício. Olhando-o com desdém
disse para consigo: “O que veio fazer aqui este pobre homem? Ver um
pedaço de pão e um pouco de vinho?
Mas, ó milagre! Assim que
ele pronunciou as palavras de consagração, a Hóstia converteu-se
em Carne e o vinho em Sangue que começou a transbordar do Cálice
manchando o Corporal. Nosso Senhor quis assim demonstrar a verdade
eucarística para o incrédulo sacerdote e recompensar a grande
devoção do camponês.
Conta-se, também, que
simultaneamente realizou-se outro milagre na mesma igreja: A cabeça
da Imagem de Nossa Senhora abaixou-se para adorar o Corpo e o Sangue
de seu Filho.
Em sua infinita
misericórdia, quis Deus, para reconduzir à fé aquele infeliz
sacerdote, mostrar de forma constatável pelos sentidos o milagre da
Transubstanciação, que se realiza diariamente em todas as
celebrações eucarísticas do mundo inteiro.
Peçamos a Ele, pela
intercessão da Virgem do Santo Milagre, que nos confirme
permanentemente em nossa fé eucarística.
Cf O
Milagre e os Milagres Eucarísticos.
Pe Gino Nasini, D. Min. (org)
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Apresentações Teatrais
O centro juvenil dos Arautos, durante o final de semana, recebeu vários familiares que vieram assistir às apresentações teatrais de suas filhas. Estas apresentaram as histórias: "Ramos seco florido" (a narração dessa história encontra-se abaixo) , "A flor da sinceridade" e o "Gato de botas", sendo este ultimo realizado em fantoches, fazendo reviver aos mais velhos a sua infância, e confirmando a inocência dos mais novos.
No final foi servida uma
deliciosa pizza, onde todos puderam conviver e relembrar as
encenações apresentadas naquele dia.
O ramo seco florido
Ir. Maria Teresa Ribeiro
Matos, EP
Há muito tempo, numa
cidadezinha do antigo Reino da Baviera vivia o Conde Guilherme, nobre
de corpo e de alma, possuidor de grande fortuna. Católico exemplar,
tudo fazia para louvar a Deus: não faltava à Missa um dia sequer,
cumpria todos os Mandamentos, dava esmolas aos pobres e protegia os
desamparados. Sobretudo, queria ter sempre sua alma branca como a
neve e por isso confessava com verdadeiro arrependimento todas as
suas faltas, por menores que parecessem.
Certo dia, passeando pelo
seu vasto trigal, alegrou-se muito ao ver como estava crescido. As
belas espigas ondulavam ao sopro da brisa e brilhavam como milhões
de pedacinhos de ouro cobrindo todo o campo. Entretanto, divisou ele
no fundo daquele imenso tapete dourado uma larga mancha escura. Que
seria aquilo?
Logo constatou tratar-se de
um monte de troncos e galhos secos esmagando parte de sua plantação.
Quem o teria posto aí? Seu vizinho? Sim, só poderia ter sido ele,
concluiu o conde, um tanto apressadamente. Sem pensar duas vezes,
chamou alguns empregados e mandou que jogassem no trigal do vizinho
todos aqueles troncos e ramos. Isto feito, voltou para seu castelo e
esqueceu-se do caso.
* * *
Chegado o tempo, a colheita
foi excelente: os celeiros do conde se abarrotaram de trigo. Um peso
de consciência, porém, lhe turvava a alegria: o pequeno trigal do
vizinho, pensava ele, com certeza tinha produzido menos do que
poderia, por causa do monte de lenha seca ali jogado por sua ordem.
Como pudera ele, dono de imensas plantações, fazer essa maldade com
o vizinho pobre?
Sinceramente arrependido por
essa falta, decidiu ir sem demora confessar-se, para obter o perdão
de Deus. Numa gruta próxima morava um anacoreta famoso por sua vida
santa: dormia sobre a pedra dura, alimentava-se apenas de raízes e
frutas da floresta e passava todo o tempo em oração. Lá se
apresentou, como humilde penitente, o rico e poderoso Conde
Guilherme.
O santo ermitão o recebeu
com bondade e ouviu atentamente sua confissão. Admirou-se por
encontrar um homem com tanta retidão de consciência. E tomou muito
a sério a confissão, pois qualquer pecado, por menor que seja,
constitui uma ofensa a Deus. Deu-lhe alguns bons conselhos e
acrescentou:
— Meu filho, como
penitência, traga-me, no prazo de um ano, um ramo seco florido.
Por fim, traçando um grande
sinal-da-cruz, deu-lhe a absolvição de todos os pecados de sua
vida.
O conde, que tinha chegado
triste e aflito, saiu com a leveza da alma purificada, disposto a
cumprir a penitência, embora esta lhe parecesse muito estranha:
trazer um ramo seco florido... Não seria mais razoável, pensava
ele, o ermitão mandar-me retribuir ao vizinho cem vezes, ou mais, o
valor do prejuízo que lhe causei? Na verdade, essa procura me parece
insensata e inútil, mas, se o confessor mandou, é porque dela Deus
quer tirar algum fruto. Qual será, não sei por enquanto.
Assim, retornando a seu
castelo, trocou as faustosas vestimentas por uma túnica de rústico
tecido, pegou um cajado e saiu à procura do ramo seco florido.
* * *
Andou, andou por meses...
Atravessou florestas, bosques, vales, montes, aldeias e cidades. Por
toda parte encontrou galhos secos; floridos, porém, absolutamente
nenhum! Aqui e ali perguntava a um transeunte:
— Diga-me, já viu um ramo
seco florido? Os passantes olhavam-no com surpresa e se afastavam
rindo, julgando tratar-se de um louco. Ele aceitava essas humilhações
e as oferecia a Nossa Senhora para encontrar mais rapidamente o ramo
seco florido.
Um dia em que descansava
sentado num bosque, viu-se cercado por um bando de assaltantes. Homem
forte e valente, o conde pôs-se imediatamente de pé, disposto a
enfrentar a quadrilha inteira. Mas... não tinha arma alguma, lá
estava como simples pecador cumprindo penitência. Quando notaram que
sua presa não passava, na aparência, de um mendigo, os bandidos
puseram-se e rir e fazer chacotas.
— Por que você se
fantasiou de espantalho?
— Sou um penitente.
— Ah, um penitente…
Certamente você incendiou aldeias, matou crianças e velhos...
Diga-nos, afinal, que crimes você cometeu?
— Joguei um monte de
árvores secas na plantação de meu vizinho, prejudicando assim sua
colheita. E o confessor mandou-me, por penitência, levar-lhe um ramo
seco florido no prazo de um ano.
Dando uma grande gargalhada,
os bandidos se afastaram, à procura de presa mais lucrativa.
* * *
Um deles, porém, em vez de
rir, saiu muito preocupado com o seguinte pensamento: “Por uma
pequena falta, este homem recebeu dura penitência! E eu, o que
mereço pelos meus roubos, assassinatos e tantos outros crimes?
Quanto à justa punição nesta terra, não é difícil escapar,
mas... e os castigos eternos do inferno?”
Movido por esse bom
sentimento, o salteador voltou e fez ao penitente maltrapilho um
breve relato de sua criminosa vida. No final, suplicou-lhe:
— Não quero morrer sem me
reconciliar com Deus. Tenha pena de mim, ajude-me!
Comovido e contente por ver
a graça atuando naquele miserável, o conde conduziu-o ao santo
anacoreta.
Este os acolheu com paternal
bondade. O ladrão arrependido chorava sem cessar. E o nosso
penitente, também em lágrimas, disse:
— Reverendo Padre, aqui
está um pobre homem morto, pois perdeu a vida da graça; no entanto,
deseja recuperá-la, recebendo de vós a absolvição. Quanto a mim,
não consigo cumprir minha penitência: depois de um ano de procura,
nada encontrei que se pareça a um ramo seco florido.
O ermitão olhou-o com
doçura e disse:
— Meu filho, este
criminoso é um ramo seco pelo pecado, no qual nasceu a belíssima
flor do arrependimento. E você foi o instrumento escolhido por Deus
para plantar nele essa flor. Veja, aqui está um ramo seco florido,
trazido por você!
O Conde exultou ao ouvir
essas palavras, pois compreendeu, num relance, que Nosso Senhor havia
guiado todos os seus passos durante aquele ano inteiro de caminhada
incessante. E que aquela procura de um ramo seco florido —
aparentemente inútil e insensata — tinha um alto objetivo:
encontrar uma alma morta pelo pecado e levá-la até a fonte da vida.
Texto extraído da Revista Arautos do Evangelho
Texto extraído da Revista Arautos do Evangelho
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Um Presente de Nossa Senhora Aparecida
Na
Festa de Nossa Senhora Aparecida, dia 12 de Outubro, cinco
Curitibanas tiveram a graça de receber o hábito dos Arautos do
Evangelho na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, Caieiras - São Paulo.
A cerimonia foi presidida pelo Monsenhor João Clá Dias, fundador
dos Arautos do Evangelho, decorrida com muitas bênçãos e alcançado
o seu píncaro com a imposição do manto carmelita sobre as
recipiendárias.
Toda a cerimônia foi assistida pelos familiares, que não perderiam este
momento tão importante, sendo a caravana de Curitiba uma das mais
numerosas. No final, foram trocadas manifestações de alegria e
estima entre as neo-arautos e seus conhecidos. Deixamos aqui algumas
fotos que os pais das recipiendárias quiseram partilhar com todos os
internautas.
sábado, 2 de novembro de 2013
Orações pelos fieis defuntos
Hoje a Igreja celebra o dia de finados. Qual a
importância das orações pelos fiéis defuntos? Para melhor
compreendermos, narraremos a seguir um fato extraído dos “I
Fioretti” de São Francisco de Assis.
Frei Conrado de Offida, admirável zelador da pobreza
evangélica e da Regra de S. Francisco, operou muitos milagres. Uma
vez tendo ido ao convento de Offida, os frades pediram-lhe pelo amor
de Deus e da caridade que admoestasse um frade jovem que havia
naquele convento que não obedecia às regras e que pelo seu procedimento
tão infantil e desordenado perturbava todos daquela família.
Frei Conrado, por compaixão daquele jovem e pelos
pedidos dos frades, chamou à parte o jovem e com fervor de caridade
lhe admoestou com palavras tão eficazes e devotas que o jovem
subitamente mudou, passando a ser obediente, solicito e piedoso.
Adveio, como aprouve a Deus, que poucos dias depois
desta conversão o jovem morreu. Logo após a morte, sua alma
apareceu a Frei Conrado que estava em oração diante do altar,
saudando-o devotamente como a seu pai. Frei Conrado lhe perguntou:
- Quem és?
- Eu sou a alma daquele frade jovem que morreu há
dias.
E Frei Conrado:
E Frei Conrado:
- Ó filho caríssimo, que é feito de ti?
- Pela graça de Deus e pela vossa doutrina vou bem,
porque não estou condenado, mas por certos pecados meus, os quais
não tive tempo de purgar suficientemente, suporto grandíssimas
penas no purgatório. Mas te peço, pai, que, como por tua piedade me
socorreste quando eu era vivo, assim agora queiras socorrer-me nas
minhas penas, dizendo por mim algum Pai-Nosso, porque a tua oração
é muito agradável a Deus.
Então Frei Conrado, consentindo benignamente no pedido, rezou por ele uma vez o Pai-Nosso.
Então Frei Conrado, consentindo benignamente no pedido, rezou por ele uma vez o Pai-Nosso.
Disse aquela alma:
- Ó pai caríssimo, quanto bem e quanto refrigério eu
sinto! Peço-te que o digas uma outra vez.
E Frei Conrado rezou mais uma vez.
- Santo pai, quando tu rezas por mim, sinto-me todo
aliviado; pelo que te peço que não cesses de rezar por mim.
Então Frei Conrado, vendo que aquela alma era tão
ajudada pelas suas orações, rezou por ela cem Pai-Nossos e tendo
terminado, o jovem disse:
- Agradeço-te, pai caríssimo, da parte de Deus pela
caridade que tiveste comigo, porque pelas tuas orações estou livre
de todas as penas e me vou ao reino celestial.
E dito isto partiu aquela alma para o céu.
E dito isto partiu aquela alma para o céu.



















