quarta-feira, 30 de julho de 2014

Monte Carmelo “por dentro”

Durante os dias de Congresso, as participantes sempre insistiam no pedido de conhecer a casa generalícia dos Arautos do Evangelho setor feminino, Monte Carmelo, "por dentro", pois estas só conheciam a Igreja, o auditório-refeitório e o colégio. Oh supresa! No dia da partida para a sua cidade, tiveram a graça de conhecer a Capela do Santíssimo, Biblioteca, várias salas, quartos... inclusive tiveram a oportunidade de cantar uma música tradicional francesa, tocada pela organista oficial do Coro Internacional dos Arautos do Evangelho, fazendo ecoar pelos corredores góticos suas vozes pueris.

terça-feira, 29 de julho de 2014

XIII Congresso Internacional dos Arautos do Evangelho

Nos dias 17, 18 e 19 de julho realizou-se o XIII Congresso Internacional dos Arautos do Evangelho e o grupo de Curitiba não poderia faltar a esse inesquecível encontro, por isso várias vans saíram da capital do Paraná rumo a São Paulo.
Durante esses dias, foi estudada a graça representada por várias encenações teatrais. Entretanto, a que mais atraiu as jovens foi a última que contava a história de Agnes, uma moça que tinha sido perdida por sua mãe com apenas dois anos e acabou por habitar na casa de uns cultivadores de batatas. Depois de vários anos, ela descobre que a sua verdadeira mãe é uma nobre condessa da Alemanha, e junto com um grupo de saltimbancos viaja para o seu país de origem. Lá, consegue se reencontrar com a mãe. A graça na alma de Agnes é representada por um vitral que brilha mais ou menos segundo a sua correspondência. Com o tempo ela vai deixando de lado a luz do vitral e acaba quebrando-o, significado do pecado mortal cometido. Mais tarde, a jovem se arrepende e volta. Sua mãe sem perder a esperança de que um dia ela voltaria, reconstrói o vitral deixando-o mais belo do que anterior.
Muito teríamos de relatar dos dias que se passaram no Congresso… O retorno para Curitiba foi doloroso, pois todas desejavam permanecer mais tempo. Por exemplo, Bianca de 8 anos afirmou que gostaria que o congresso durasse mais um mês, ou Carolina de 11, que derramava lágrimas por não poder ficar mais tempo com as novas amigas, já que estas moram no Rio de Janeiro.

Deixamos aqui as fotos que falam mais do que muitas palavras.

domingo, 27 de julho de 2014

Teatro, Música e Pizza

Nos dias 5 e 6 de junho, foi realizado um encontro com os pais das participantes do Projeto Futuro e Vida. Devido ao grande número de pessoas, esse encontro foi dividido em dois dias: sábado e domingo.
No sábado foram apresentados três teatros realizados pelas alunas do Projeto, que colocaram em práticas as aulas de teatro adquiridas ao longo dos meses. As neo-atrizes estavam muito ansiosas, mas desempenharam muito bem os seus papéis. Após essa atividade, todos tiveram a oportunidade de desfrutar de uma saborosa pizza elaborada pelos próprios Arautos.

O domingo começou com a Santa Missa, seguida do jantar e no final deste, as meninas do Projeto Futuro e Vida apresentaram várias músicas aprendidas por elas durante as atividades do final de semana. O internauta pode ver pelas fotos como elas estavam empenhadas e entusiasmadas por mostrar as cantigas.

terça-feira, 22 de julho de 2014

Santa Maria Madalena

 Para o amor de Deus, nada é impossível. E, no entardecer da vida, seremos julgados segundo o amor. Os Evangelhos nos contam a história de Madalena. Uma pecadora que tanto admirou e amou Nosso Senhor Jesus Cristo que não só foi perdoada mas que dela disse o Senhor: "em toda parte será contado em sua memória o que ela fez". (Mat. 26, 13)
Quem ouve o nome "Maria Madalena", na maioria das vezes, lembra-se da mulher pecadora e de má vida do Evangelho. Poucos se recordam que dela foram tirados sete demônios (Luc. 8,2) e que ela foi perdoada de seus numerosos pecados (Luc. 7,47- Mar. 16,9).
Muitos ignoram que ela arrependeu-se do mal que praticou. Esquecem que ela viveu uma vida de penitente, que foi uma grande Santa. E que santificou-se por amar intensamente a Deus.  Ninguém comenta que foi a propósito dela que Nosso Senhor disse: "Em verdade vos digo: em toda parte onde for pregado este Evangelho pelo mundo inteiro, será contado em sua memória o que ela fez". (Mat. 26,13) E... quem tem nela um exemplo de virgindade e pureza? Vejamos um pouco da história de Santa Maria Madalena.

As trê Marias e Santa Maria Madalena
O Papa São Gregório Magno, foi um zeloso reformador da Igreja, foi quem estabeleceu regras para o canto e cerimônias litúrgicas na Igreja e tornou-se mais conhecido como o criador do Calendário Gregoriano. Alé disso ele foi também um grande estudioso da vida dos santos e das Escrituras Sagradas.
São Gregório Magno afirma que Maria Madalena, Maria de Betania e Maria pecadora, citadas no evangelho, são a mesma pessoa. Por isso mesmo é que Santa Maria Madalena é, entre as mulheres, a que mais tem seu nome citado nos Santos Evangelhos.
Ela nasceu em Magdala e viveu no século I. Conheceu Nosso Senhor, foi contemporânea de Nossa Senhora, dos Apóstolos, dos primeiros cristãos."E Lázaro (...) era seu irmão."(Jo. 11, 1-2).  Ela era irmã de Santa Marta e de Lázaro, a quem o Mestre Divino ressuscitou. "Lázaro havia caído doente em Bethania onde estavam Maria e sua irmã Marta. Maria era quem ungira o Senhor com óleos perfumados e Lhe enxugara os pés com seus cabelos" durante um banquete do qual Jesus participava.
Ela escolheu a melhor parte...
"Jesus andava pelas cidades e aldeias anunciando a boa nova do Reino de Deus. Os doze estavam com Ele, como também algumas mulheres que tinham sido livradas de espíritos malignos e curadas de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios." (Luc. 8,2)
Madalena foi a mulher a quem Jesus exorcizou.(Mar.16, 9). Depois disso, ela acompanhava Jesus, agradecida, contemplando sua divindade, amando a Deus, santificando-se. Santa Maria Madalena tinha uma alma admirativa e, por isso mesmo, era uma pessoa capaz de contemplar. Nas principais citações que o Evangelho traz dela sua admiração por Nosso Senhor fica destacada. E contemplar a Deus na Pessoa de Nosso Senhor Jesus Cristo foi um dos pontos altos de sua vida.
Sem dúvida, ela exercia tarefas que estavam destinadas às Santas Mulheres, contudo, em suas atividades ela procurava dar mais importancia ao "Deus das obras que às obras de Deus": ela havia escolhido a melhor parte... Esta afirmação está contida nos Evangelhos, são palavras do próprio Nosso Senhor: "Jesus estava em viagem, e entrou em uma aldeia e uma mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Marta tinha uma irmã chamada Maria que se assentou aos pés do Senhor para ouvi-lo falar. Marta toda preocupada com a lida da casa, veio a Jesus e disse: Senhor não te importas que minha irmã me deixe só a servir? Dize-lhe que me ajude. Respondeu-lhe o Senhor: "Marta, Marta, andas muito inquieta e te preocupas com muitas coisas; no entanto, uma só coisa é necessária; Maria escolheu a melhor parte, que lhe não será tirada." (Luc 10, 38-42)
Muito embora ainda fosse uma pecadora, ela já havia dado mostras de sua escolha pela admiração contemplativa. Isso ficou evidente naquele banquete onde outras pessoas estavam com Jesus e não viam nele o Filho de Deus, mas um homem inteligente, esperto, talvez predestinado e, no máximo, um profeta:
"Um fariseu convidou Jesus a ir comer com ele. Jesus entrou na casa dele e pôs-se à mesa. Uma mulher pecadora da cidade, quando soube que estava à mesa em casa do fariseu, trouxe um vaso de alabastro cheio de perfume; e, estando a seus pés, por detrás dele, começou a chorar. Pouco depois suas lagrimas banhavam os pés do Senhor, e ela os enxugava com os cabelos, beijando-os e os ungia com perfume.(Luc. 7, 36-38)
Na Via Dolorosa, no Calvário, ... de pé, com a Virgem Maria!
Esta mulher contemplativa esteve no Calvário. "Havia ali algumas mulheres (...) que tinham seguido Jesus desde a Galileia para o servir. Entre elas Maria Madalena." (Mat. 27, 55-56)  É certo que durante a peregrinação na via dolorosa Santa Maria Madalena esteve ao lado da Virgem Mãe de Deus, Nossa Senhora, a quem ela admirava e venerava afetuosamente e que naquela ocasião era quem mais sofria espiritualmente as dores pelas quais seu Divino Filho passava para a salvação dos homens. E essa, sem dúvida, foi uma ocasião oportuna que, aquela que muito havia pecado, encontrou para consolar quem nunca havia pecado.  No Calvário, quando todos fugiram, "junto à cruz de Jesus estavam de pé sua Mãe, a irmã de sua Mãe, Maria, mulher de Cléofas, e... Maria Madalena."(Jo. 19,25).
Frutos do Amor a Deus
O amor contemplativo de Maria Madalena rendeu-lhe os melhores frutos. E estes frutos não foram só o perdão de seus pecados e a graça de seu insigne e exemplar arrependimento. Outras graças espirituais ainda lhe foram concedidas por causa de sua admiração e amorosa contemplação da Segunda Pessoa da Santíssima Trindade encarnada na Humanidade Santíssima de Nosso Senhor Jesus Cristo.
Talvez a maior das graças recebidas por ela tenha sido dada por ocasião da Ressurreição do Divino Salvador: "Tendo Jesus ressuscitado de manhã, no primeiro dia da semana apareceu primeiramente a Maria de Magdalena, de quem tinha expulsado sete demônios.(Mar. 16-9)
Seu amor a Nosso Senhor já tinha feito com que ela, após a morte do Salvador estivesse junto d´Ele também em Seu sepultamento. E, depois que a pedra foi rolada, "Maria Madalena e a outra Maria ficaram lá, sentadas diante do túmulo"(Mat. 27,61).  No que pensava ela ali sentada? Não se sabe. A certeza que se tem é que ela não pensava em si, pois, Seu Senhor era sempre o centro de suas cogitações.
"'Maria!' Ela voltou-se e exclamou: 'Rabôni!' (Jo 20,16)
Passou-se a sexta feira, passou-se o sábado.
"Depois do sábado, quando amanhecia o primeiro dia da semana, Maria Madalena, e a outra Maria foram ver o túmulo" (Mat. 28,1). Ela descobriu o túmulo vazio e ouviu dois seres angélicos anunciarem a Ressurreição de Nosso Senhor Jesus Cristo. Ela seria a primeira testemunha da Ressurreição do Senhor e a primeira a ver Cristo mais tarde no mesmo dia quando o Mestre deu a ela a mensagem para entregar aos demais discípulos (João 20:1-18).
Depois disso, que sentido teria continuar vivendo nessa Terra? Após ter sido curada e os demônios terem sido expulsos por Jesus, Maria Madalena coloca-se a serviço do Reino de Deus, fazendo um caminho de discipulado, seguindo Nosso Senhor no amor e no serviço.
A partir deste encontro com Jesus Ressuscitado, Maria Madalena, a discípula fiel, continuou vivendo entre os apóstolos e discípulos, sendo um exemplo vivo das graças que o Senhor dispensou a ela, levando uma vida de testemunho e de luta por uma santidade maior.
A História de uma Virgem
A tradição nos conta que juntamente com a Virgem Maria e o Apóstolo João, ela foi evangelizar em Éfeso. Outra história, que desde muito corre no Ocidente, diz que ela viajou para Provença, França, com seus irmãos Marta e Lázaro com mais outros discípulos para evangelizar Gaul. Neste local ela passou 30 anos de sua vida na caverna de La Saint-Baume, nos Alpes Marítimos. Foi milagrosamente transportada, pouco antes de sua morte, para a Capela de Saint-Maximin, onde recebeu os últimos sacramentos da Santa Igreja. Ela foi enterrada em Aix. Em Vazelay, na França, todos afirmam que suas relíquias ali estão desde o século XI.
No Ocidente, o culto à Santa Maria Madalena propagou-se a partir do Século XII. Na arte litúrgica da Igreja ela é representada com longos cabelos, segurando uma jarra própria para guardar óleos perfumados. Sua festa é celebrada no dia 22 de julho. Quando rezamos a Ladainha de Todos os Santos encontramos o nome de Santa Maria Madalena como a primeira das invocações das Santas Virgens.
Isso não causa espanto a quem sabe que a Deus nada é impossível. É a beleza da contrição e do perdão. Aquele que é capaz de "transformar as pedras brutas em Filhos de Abraão", pode perfeitamente devolver a integridade a uma pecadora. E isso, sobretudo se ela arrependeu-se muito, se admirou muito, se amou muito. Como foi o caso dela. 
(Fonte: Bíblia Sagrada - Editora Ave Maria - São Paulo - 2008)




terça-feira, 15 de julho de 2014

Simpósio de férias - Curitiba

Nos dias 1, 2 e 3 de Julho, durante as suas férias, as participantes do Projeto Futuro e Vida tiveram um simpósio sobre a Verdadeira Felicidade. Para iniciar, as componentes foram dividas em três grupos:
1.      Santa Teresinha: Com as integrantes mais “veteranas”, ou seja que já estão há mais tempo participando do Projeto.

2.      Santa Inês: Com as que têm menos tempo no Projeto.

3.      Santa Bernadete: Que eram as caçulas, pois para além do pouco tempo de frequência nas atividades, tinham menos de 10 anos.


Além das reuniões com encenações teatrais, foi realizado um passeio numa chácara, onde puderam gastar todas as energias com vários jogos e estarem mais perto da natureza rural.




















A reunião principal demonstrou que a verdadeira felicidade só é alcançada na eternidade no Céu, para isso foi apresentado o teatro de uma jovem que pedia a seu anjo da guarda que lhe mostrasse o Céu. Este veio em seu auxílio e lhe mostrou a vida de uma santa religiosa que após tratar dos mais necessitados acabou por falecer e ser levada até à corte Celeste, sendo recebida por vários santos como Santa Teresina, Santa Bárbara, Santa Maria Madalena e Santa Marta, Santa Cecília, São Tarcísio e Santo Estevão. Após esse convívio celestial, uma voz, que era de Deus, mandou-a retornar à terra pois ainda tinha muita coisa para fazer pela Igreja. Retornando esta à vida terrestre, cumpriu sua missão e foi levada, anos mais tarde, definitivamente para o Céu.


quarta-feira, 9 de julho de 2014

O segundo pedido

Frei Martinho, sacristão de um convento franciscano, na Itália, cumpria suas funções com a maior perfeição. Esmerava-se em deixar alvíssimas e bem engomadas as toalhas do altar. Nunca se via sequer um resto de cera ou de no presbitério, e os cálices e cibórios estavam sempre reluzentes.
“A limpeza é o luxo do pobre”, dizia a si mesmo, enquanto trabalhava com redobrado empenho, por tratar-se do culto a Nosso Senhor. Na vida de voluntária pobreza, abraçada por amor a Ele, queria servi-Lo da forma mais excelente, pois, além do senso do dever, brilhava na alma de Frei Martinho uma profunda devoção a Jesus Eucarístico.
Quando o sacristão terminava seus afazeres, dirigia-se invariavelmente aos pés do tabernáculo e ficava rezando, em colóquios íntimos com o Senhor. Às quintas-feiras, havia no convento Adoração solene ao Santíssimo Sacramento, e ele sempre conseguia organizar o serviço de forma a passar longo tempo ajoelhado aos pés do ostensório.
Aproximava-se, por aqueles dias, a festa do Padroeiro do convento. Frei Martinho estava encarregado de preparar as alfaias litúrgicas e decorar a igreja para a Missa solene. Sempre ativo e dedicado, conseguira belas flores para ornar o altar, o que não era fácil naquela estação do ano.
na noite anterior deixara tudo pronto para a Celebração. Queria ter nesse dia o mínimo possível de ocupações, pois assim poderia assistir à Santa Missa com maior recolhimento e receber mais fervorosamente Jesus em sua alma.
Mas qual não foi sua surpresa quando o Padre Guardião o escalou para a função de esmoler naquela jornada festiva! Era preciso conseguir sem demora um reforço de provisões, pois a casa estava lotada: além dos frades vindos de outros conventos, havia um grupo de peregrinos carentes. E a despensa estava quase vazia... Corria-se o risco de servir um frugal almoço aos visitantes e despedi-los sem jantar.
Como bom religioso, Frei Martinho obedeceu prontamente e com alegria. Apenas pedia a Nosso Senhor Sacramentado a graça de retornar a tempo para assistir à Missa da tarde e recebê-Lo em seu coração.
Acompanhado por Frei Salomão, bateu de porta em porta durante várias horas. Porém, as almas caridosas pareciam ter desaparecido da região! Somente ganharam alguns velhos pãezinhos, não conseguiram sequer os legumes necessários para uma humilde sopa...
Começava a cair a tarde quando entraram numa pequena capela próxima do lugar onde estavam. Ali pediram com muita confiança à Virgem Maria que os ajudasse não a obter os mantimentos necessários para a comunidade, mas também a retornar a tempo para assistir à Missa e receber o Corpo de Jesus.
Pouco depois de recomeçarem seu trabalho, encontraram um camponês guiando uma pequena carroça, o qual, depois de cumprimentá-los com respeito e pedir-lhes a bênção, perguntou:
Meus bons frades, os senhores parecem preocupados... Precisam de alguma ajuda?
Frei Martinho explicou-lhe a dificuldade pela qual passavam, e logo o camponês deu a solução:
— Vejam como Nossa Senhora é boa por fazer-me passar por esta rua justamente agora! Aqui está um saco com batatas, cenouras, rabanetes e tomates. E neste outro estão dois grandes pernis. Agora entendo por que não consegui vender tudo na feira... É que Nossa Senhora decidiu reservar isto para o convento. Pois bem, podem levar tudo. Dou de muito bom gosto.
Os dois frades agradeceram de coração ao generoso camponês, prometeram-lhe orações por ele e sua família, e tomaram alegres o caminho de volta. Contudo, era longa a distância a percorrer e chegaram ao convento quase no fim da tarde. Entregaram as provisões ao irmão cozinheiro, limparam-se da poeira do caminho e rumaram apressadamente para a igreja, onde ainda ressoavam as melodias eucarísticas.
Entretanto, a Missa havia terminado... Não tiveram sequer o consolo de receber a Comunhão! Nossa Senhora havia atendido tão generosamente o primeiro de seus pedidos. Por que não quisera fazer o mesmo com o segundo?
Consternados, puseram-se de joelhos aos pés do tabernáculo e fizeram a Jesus um amoroso queixume:
Senhor, por que nos abandonastes? Quanto queríamos participar desta Missa! Entretanto, por amor à obediência, ficamos privados de Vos receber na Eucaristia!
Aos poucos, a igreja foi se esvaziando, mas os dois religiosos ficaram em oração. De repente, viram surgir no presbitério um varão alto, cheio de nobreza e com uma fisionomia reluzente.
— A Rainha do Céu ouviu comprazida vossas súplicas — disse ele — e mandou-me para atendê-las. Ajoelhai-vos junto à mesa da Comunhão e preparai os vossos corações para receber dignamente seu Divino Filho.
O Anjo de luz abriu o sacrário, tomou o cibório e ministrou-lhes a Sagrada Comunhão. Depois fez um curto ato de Adoração ao Santíssimo Sacramento, recolocou-O no tabernáculo, e desapareceu.

Lágrimas de consolação corriam pelas faces de Frei Martinho e Frei Salomão. Depois de uma longa ação de graças, a mais abençoada de suas vidas, foram narrar ao Padre Guardião o acontecido. Este mandou tocar o sino para reunir os outros frades e dirigiram-se todos à capela do Santíssimo, a fim de agradecer a Deus tão insigne graça. E viram — oh maravilha! — que o Anjo havia deixado uma marca de sua passagem: em belíssimas letras douradas, as iniciais de Jesus e de Maria! 
Irmã Ana Rafaela Maragno, EP - Revista arautos do Evangelho n.105 set 2010

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Festa Junina

Os Arautos do Evangelho comemoraram os santos do mês de junho no dia da solenidade de São Pedro e São Paulo. O evento iniciou-se com a Santa Missa, em seguida foram oferecidas as comidas típicas e os jogos tradicionais: a boca do leão, a toca do coelho, tiro ao alvo e pescaria.


Deixamos aqui as fotos para que possam relembrar os bons momentos vividos nesse dia.

























quarta-feira, 25 de junho de 2014

Solenidade de Corpus Christi em Curitiba

Corpus Christi, a festa litúrgica em louvor ao Santíssimo Sacramento, foi instituída em 1264 por Urbano IV. Ela deveria marcar os tempos futuros da Igreja, tendo como finalidade cantar a Jesus Eucarístico, agradecendo-Lhe solenemente por ter querido ficar conosco até o fim dos séculos sob as espécies de pão e vinho.
Na última quinta-feira, dia de Corpus Christi, os Arautos também celebraram, em sua residência, essa solenidade com a Missa e a Procissão, presidida pelo Reverendíssimo Padre Ryan Murphy e com a presença do Diácono Fernando Paes. Os homens portavam em suas mãos tochas acesas, que representavam o fogo de amor que deve ser prestado a Nosso Senhor e as senhoras entoavam diversos cânticos que embelezavam a passagem d´Ele pelos diversos espaços externos do edifício.
Todos que participaram dessa celebração sentiram um ambiente de muita paz e voltaram à suas casas com as almas repletas das bênçãos de Jesus Eucarístico.